sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Mude Suas Idéias Sobre o Pecado! - Reflexão

Mude Suas Idéias Sobre o Pecado! - Reflexão

--------------------------------------------------------------------------------

Fomos afetados por um vírus que se iniciou com Adão e continua até hoje. A nossa doença chama-se pecado. O pecado faz-nos enxergar tudo de maneira errada; até nossa maneira de encarar o pecado é distorcida!

Uma Imagem Errada

Em primeiro lugar, costumamos pensar que o pecado é algo que nos agrada, que de fato desejamos, mas que só deixamos de fazer porque Deus não gosta. Nossa idéia é de que é algo bom, porém proibido. Isso é uma mentira! A idealização do pecado, até mesmo a forma como olhamos para ele, vem de Satanás.

Observe a passagem onde tudo começou:

Então a serpente disse à mulher: É certo que não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se vos abrirão os olhos e, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal. Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto e comeu, e deu também ao marido, e ele comeu. Gn 3.4-6.

A mulher estava diante da árvore do conhecimento do bem e do mal, árvore que Deus proibira não por ser algo bom, e sim por ser prejudicial ao homem. Era uma fonte de conhecimento que iria cortar o homem da comunhão com Deus. Agora note um detalhe: a partir de que momento essa árvore passou a ser desejável e atraente aos olhos da mulher? A partir de uma sugestão da serpente. Aí está a raiz de nossa idealização do pecado. Olhamos para aquilo que é proibido como algo tão desejável... Mas que nada! O pecado tem início com uma sugestão do diabo; e o que a serpente tem de bom a nos sugerir?

Percebe o quanto somos cegos? O pecado não foi feito para o homem. Não o fazemos por gostar; na verdade, o pecado é algo que fazemos hoje simplesmente por não sabermos fazer diferente, uma vez que já nascemos no pecado. Ele só tem a ilusão de prazer, pois o prazer que traz não satisfaz. Seres eternos não se satisfazem com prazeres momentâneos.

O pecado só nos faz sofrer. Interfere em nossa função natural, traz efeitos colaterais terríveis. Desejamos a coisa certa, porém a buscamos de forma errada. Ou ainda, buscamos na fonte errada. O pecado seca os nossos ossos, adia nossa expectativa, aumenta nossa ansiedade. “É o clamor por sal vindo de alguém que está morrendo de sede”, como define um autor.

Uma Confiança Errada

Abriram-se, então, os olhos de ambos; e, percebendo que estavam nus, coseram folhas de figueira, e fizeram cintas para si. Gn 3.7.

A segunda idéia errada a respeito do pecado é que ele pode ser resolvido por nós. Um erro atrai o outro. Uma vez que olhamos para o pecado como algo que desejamos, será difícil resistir-lhe; na verdade, impossível. Agora, uma vez cometido, ficamos tão constrangidos (Por quê? Não era o que queríamos?) que tentamos logo solucionar nosso erro.

A reação de Adão foi exatamente esta, ele coseu folhas de figueira para esconder a sua nudez. Tão inútil que o próprio Adão se sentiu nu diante de Deus, mesmo estando vestido com aquelas folhas. Folhas de figueira se deteriorariam no próximo dia. O resultado é vergonha e medo. Adão ouviu a voz do Senhor e sentiu medo; apesar de estar vestido, sentiu-se nu.

O homem que foi criado para funcionar na dependência de Deus, uma vez desligado de seu Criador, jamais pode fazer algo que resolva seu problema. Além de ter feito a escolha errada, não está em suas mãos reverter essa situação. Se você observar, em todas as religiões há uma tentativa de fazer com que o homem pague por seus erros. São os sacrifícios, as penitências, as boas obras – tudo inútil. Aquilo que de melhor você conseguir fazer será como trapos de imundícia aos olhos do Senhor. Apesar disso, somos obstinados em nossa tentativa de melhorar a nós mesmos.

Um Temor Errado

A terceira idéia errada que temos do pecado, e a mais difícil de ser vencida, é que Deus afasta-se de nós quando cometemos pecado. Não é isso que vemos em Gênesis, quando o primeiro homem pecou. Deus não se escondeu de Adão. O que aconteceu foi justamente o contrário. Adão se escondeu de Deus. Mas Deus estava ali para solucionar o que o homem havia feito de tão terrível.

Quando ouviram a voz do Senhor Deus, que andava no jardim pela viração do dia, esconderam-se da presença do Senhor Deus, o homem e sua mulher, por entre as árvores do jardim. Gn 3.8.

Essa passagem mostra que Deus passeava pelo jardim à procura do homem. É claro que Deus já sabia o que havia acontecido, mas, ao contrário do que nós pensamos, Deus não deixou de vir ter com o homem. Que coisa incrível! Para mim, chega a ser constrangedora essa demonstração da graça de Deus. O que Adão fez para merecer tal intervenção divina? Nada! Ali estava Deus, cuidando para que o homem não se tornasse eternamente pecador.

Pela nossa lógica, Deus deveria estar com muita raiva de todos nós, da nossa geração rebelde, pois temos transgredido a sua lei – como nunca! Em contraste total com a nossa justiça, Deus não vem nos cobrar por nossos erros. Jesus falou que aquele que comete pecado é escravo do pecado. O escravo não faz aquilo que deseja, mas aquilo que lhe é ordenado. É interessante notar que ninguém sente raiva do escravo por estar cometendo ações ruins, mas daquele que está dando as ordens. Do escravo só resta sentir compaixão. “E Jesus se compadecia das multidões...”

Uma Figura Real da Nossa Humanidade

A humanidade é como uma mulher violentada. Uma mulher que escolheu o homem errado, alguém que não a respeita e abusa de sua dignidade. O pecado fere nossa consciência e dignidade. Essa mulher causa nojo em quem olha para ela. Até o próprio diabo a despreza. Mas Deus olha para ela e ainda a deseja. Ainda a ama! De forma inexplicável, ele simplesmente ama. Não se importa com o prejuízo, com o sofrimento que terá (onisciente, ele sabe da rejeição, da indiferença, da traição – tudo isso); continua amando assim mesmo.

Ao perceber esse amor, a mulher se constrange. Não consegue acreditar, pois tudo que conhece é a dor e o abuso. Está traumatizada, envolta em seu pecado. Quantas vezes, ela quis resistir ao seu cruel senhor, mas em vão, o pecado sempre fora mais forte. “Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros” (Rm 7.23).

Ela não conhece o amor. Só tem lembranças tristes de uma busca por prazer que sempre resultou em violação de sua real vontade. Aquilo que não quero, isso sim eu faço! E se esta for mais uma busca que a deixará frustrada? Como confiar nesta irresistível vontade de acreditar no amor de Deus?

O simples aproximar de Deus a assusta. “O que será que ele quer de fato? Será mais um a me violentar? Parece me fazer boas propostas, promete-me vida eterna – mas o que será que terei de fazer em troca? Aposto que vai me custar caro...”

É uma vergonha após a outra. Vergonha por ir contra os seus princípios e, agora, vergonha por não conseguir confiar na sua provisão. Não confiamos no amor de Deus. E nem temos condições para isso! No lugar de amor, temos feridas. No lugar de confiança e fé, temos ressentimento e muita dor...

Deus sabe que sofremos. Ele sabia que não estávamos em condições, por isso não perguntou se queríamos o seu amor; simplesmente deu a sua vida, sem que tivéssemos sequer pedido, quanto menos merecido...

Ele sente nossa dor. Ele sabe do nosso trauma, da dificuldade de suportar a sua presença (que ironia – não suportamos o que mais desejamos!). É por isso que costuma manifestar-se por meios indiretos; ao mesmo tempo, permanece por perto, procurando um meio de nos beneficiar, de nos dar a solução. E sempre que surge uma chance, ele se revela, sem mágoas, sem cobrar-nos por nossos erros, oferecendo apenas seu consolo e alívio e, se permitirmos, livrando-nos da escravidão que o pecado exerce sobre nós.

O Que Nos Impede, Então?

Você deve estar pensando: “E a santidade de Deus? E a severidade?” Realmente, ler os profetas do Velho Testamento, por exemplo, pode ser uma experiência confusa. Depois de começarem com uma mensagem arrasadora de iminente juízo, capaz de aterrorizar qualquer um, eles, de repente, passam a uma mensagem de consolo e esperança da parte de Deus. Isso, sem ao menos esperar uma reação do povo.

Sem dúvida, a palavra profética vem para levar o povo ao arrependimento, pois é o coração contrito e quebrantado que Deus procura. No entanto, não podemos perder de vista o grande milagre que permite que Deus esteja com o homem, mesmo após o pecado. É o mesmo milagre que permitiu que ele se fizesse presente para Adão e Eva após a queda. Deus é santo e, ainda que quisesse, não poderia abrir mão de sua lei. Mas, por algum motivo (que eu não sei explicar), ele também não quer abrir mão do homem!

Portanto, de maneira misteriosa e harmoniosa, a lei de Deus veio como preparação e complemento para essa graça maravilhosa. Deus não tinha nenhuma expectativa ingênua de que pudéssemos cumprir sua lei, nem interesse cruel na nossa condenação. Sua expectativa é sempre que, através de conhecermos o seu alto padrão e a nossa miserável condição, venhamos nos render a ele em total humilhação, pois é aí que ele pode nos atrair a si mesmo.

A graça é providência de Deus. Se não houvesse o pecado, não haveria necessidade da graça; assim, a graça não é apesar do nosso pecado, mas por causa do nosso pecado. Deus proveu para si o Cordeiro, desceu a esse nível para nos ter de volta. Não há razão para ficarmos com medo de Deus, pois ele encontrou um meio de se relacionar com o homem, que se chama graça, e a graça só vem para aqueles que necessitam dela.

Sendo assim, não existe nada que nos impeça de entrar na presença de Deus, a não ser a nossa própria desconfiança, medo e tendência de fugir. O pecado não é impedimento, pois Deus deu o seu Filho como solução para nós. Ele inaugurou um novo e vivo caminho, que nada tem a ver conosco, com nossas obras, com nosso pecado – tem a ver com Cristo! “Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo.”

Enquanto usarmos a nós mesmos como referencial, sempre existirá a má consciência; porém, a partir do momento em que voltarmos para ele, em que o exaltarmos e declararmos que só ele é digno, ele mesmo nos santificará. É na presença de Deus que somos justificados e santificados!

Diante de Deus estamos nós, e o que ele vê não é nada agradável. Porém, o que realmente importa é que estejamos diante do Senhor! Deus não desistiu de seu sonho. Hoje, vivendo no século XXI, podemos ter uma vida santa e livre. Livre do pecado e da condenação. Deus ama o mundo de tal maneira que deseja que todos entrem neste sonho. E se lhe permitirmos, ele o realizará em nós.

Veja este quadro dramático e vibre com a obra de graça que Deus deseja realizar em nós:

Então ele me mostrou o sumo sacerdote Josué, o qual estava diante do anjo do Senhor, e Satanás estava à sua mão direita, para se lhe opor.O Senhor disse a Satanás: O Senhor te repreende, ó Satanás! [...] Não é este um tição tirado do fogo? Ora, Josué, vestido de trajes sujos, estava diante do anjo. Então falando este, ordenou aos que estavam diante dele: Tirai-lhe estes trajes sujos. E a Josué disse: Vê, tenho feito com que passe de ti a tua iniqüidade, e te vestirei de trajes finos. Zacarias 3.1-5.

Aleluia!

Eliza Walker reside em Monte Mor, SP e é professora do Curso de Preparação Profética.

E-mail: eliza@revistaimpacto.com

por Eliza Walker
--------------------------------------------------------------------------------

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Deus dá a todos a mesma chance

Jesus foi crucificado juntamente com outros dois homens, porém os dois eram bandidos. E nós podemos ver nesta passagem como Deus é perfeito em toda sua obra. Jesus estava entre os dois homens, que estavam um de cada lado; e um deles disse a Jesus:

- Se tu és filho de Deus, desse saí e salva-te a si mesmo. Já o outro antecipou-se, dizendo:
- Não fale assim com Ele, pois Ele não fez nada para estar aqui, mas nós sim. E disse a Jesus:
- Senhor, lembra-te de mim quando entrardes no teu reino.
E Jesus lhe respondeu:
- Ainda hoje estarás comigo no Paraíso.

Note que os dois tiveram a mesma chance de se arrrepnder, porém, somente um se arrependeu e foi salvo. Agora, analise se o que se arrependeu estivesse no meio, Jesus numa ponta e o outro homem na outra ponta. No dia do juízo, o que se arrependeu seria salvo e o outro condenado, mas o condenado poderia dizer: Mas Deus; ele se arrependeu porque estava do lado de Jesus, ele ouviu Jesus falar. Eu não tive a mesma chance por isso não me arrependi.

Nisto podemos ver que Deus é perfeito em toda a sua obra. Deus dá a todos a mesma chance, porque o evangelho do Reino é pregado a toda criatura, a Bíblia está aí para todos lerem; mas cada um prefere seguir o seu próprio caminho, sendo que Jesus disse: EU SOU O CAMINHO, E A VERDADE E A VIDA. NINGUÉM VEM AO PAI SENÃO POR MIM. João 14:06 {No dia do juízo ninguém vai ter desculpas. Jesus disse: LEIA AS ESCRITURAS, POIS CUIDAIS TER NELAS A VIDA ETERNA, E SÃO ELAS QUE DE MIM TESTIFICAM. João 05:39.

Creditos: Viva a vida com Jesus

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

JESUS VEIO-E VOLTARÁ

Quando Deus se tornou homem em Seu Filho Jesus Cristo, o Eterno realizou o Seu maior ato depois da criação, ato que teve as maiores conseqüências para o mundo todo. Os acontecimentos daquele tempo – o Natal, o nascimento de Jesus Cristo – são tão extraordinários, tão magníficos que, por assim dizer, o tempo parou. Toda a humanidade começou a contar o tempo outra vez, iniciando com o nascimento de Cristo. Desse modo, ela testificou: É verdade, nasceu Jesus, o Salvador do mundo. Hoje, já vivemos 2000 anos depois desse grandioso acontecimento. Naquela ocasião, por um momento, as leis da natureza foram colocadas numa nova dimensão de maneira sublime, excelsa, pela intervenção de Deus. A virgem Maria teve um filho pelo Espírito Santo, e a estrela de Belém apareceu no céu.

Embora esses acontecimentos do Plano de Salvação já tivessem sido anunciados de diversas maneiras pelos profetas muitos anos antes, a humanidade não notou o que realmente estava acontecendo. Nem o próprio noivo de Maria imaginava que o Filho de Deus estava a ponto de se tornar homem. Em Mateus 1.18-19 está escrito: "Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: estando Maria, sua mãe, desposada com José, sem que tivessem antes coabitado, achou-se grávida pelo Espírito Santo. Mas José, seu esposo, sendo justo e não a querendo infamar, resolveu deixá-la secretamente". Apesar da sua piedade e retidão, José não reconheceu a situação e em pensamento até ia sendo levado por caminhos errados, pois ele "...resolveu deixá-la secretamente". Então o próprio Deus interferiu por meio de um de Seus anjos e mudou as intenções de José (v. 20). Depois dos fatos já terem acontecido, é fácil ler esse relato e dizer: Como pôde acontecer que um homem piedoso e temente a Deus não tenha reconhecido que o nascimento de Jesus Cristo estava se aproximando? Será que ele não se interessou o suficiente pela iminente vinda do Salvador?

Natal – a primeira vinda de Jesus. Hoje estamos diante da segunda vinda. Quantos cristãos religiosos festejam o Natal, mas estão cegos para a realidade de que Jesus voltará em breve. O Natal continuará sendo apenas uma festa do passado se não esperarmos pela segunda vinda do Senhor. Exatamente como da primeira vez que Jesus veio a esta terra, os eventos da natureza não poderão ser explicados quando Ele voltar. O arrebatamento – quando o Senhor vier ao encontro dos Seus nas nuvens e os buscar para Si (1 Ts 4.16-17) – somente pode ser compreendido pela fé, pois excede o nosso entendimento. Por isso uma grande parte da cristandade religiosa e dedicada dos dias de hoje não perceberá a vinda do Senhor Jesus, pois não reconhece o que a Bíblia diz sobre esse acontecimento. Sem a realidade da volta de Jesus, porém, que sentido teria a afirmação de Paulo quando ele diz a respeito da transformação e do arrebatamento: "Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras"? Portanto, não comemoremos o Natal apenas como uma festa do nascimento de Jesus Cristo que já aconteceu há muito tempo, mas também nos consolemos com o fato de que Ele voltará em breve. (Peter Malgo)

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Gol contra a guerra na Vila Kennedy

Criado na comunidade, atacante do Arsenal comemora pedindo paz
POR PAULA SARAPU, RIO DE JANEIRO

Rio - O grito de gol veio como pedido de paz. Criado na Vila Kennedy, na Zona Oeste, o jogador Eduardo da Silva, do time inglês Arsenal, festejou exibindo para o mundo uma camisa branca com a frase ‘Paz na Vila Kennedy-RJ’.


.
Eduardo festejou goleada, mostrando camiseta com pedido de paz. Foto AFP.A goleada de 4 a 0 sobre o Wolverhampton aconteceu no último sábado. No campinho de futebol da comunidade, porém, o clima ainda é tenso por causa dos boatos de que o traficante Márcio José Sabino Pereira, o Matemático, um dos chefes do Terceiro Comando Puro (TCP) teria pedido aos comparsas a ‘tomada’ da Vila Kennedy como presente de aniversário, em janeiro.

A guerra entre traficantes explodiu há dez dias, deixando cinco inocentes feridos. Depois de intensos tiroteios, até durante o dia, os invasores vindos da Vila Aliança, Rebu e Coreia abandonaram a favela. Moradores dizem que houve mortes, mas nenhum corpo foi encontrado. Eduardo, naturalizado croata, acompanhou o terror na Vila Kennedy pelo noticiário internacional e ficou muito preocupado com a família, que ainda mora lá. A PM ocupa a comunidade.

“Estava nervoso, indo para a concentração do jogo, e liguei do ônibus para minha mãe. Ela me tranquilizou, mas ver aquilo tudo sobre a comunidade onde cresci, do outro lado do mundo, é desesperador. Eu sei o que os moradores sentem porque também já passei por isso. Quem sofre é a população inocente. A gente perde pessoas com quem a gente conviveu e fica com medo do que pode acontecer. Se não fosse jogador de futebol, certamente estaria lá”, disse Eduardo, por telefone a O DIA.

A família do jogador vive na comunidade há 21 anos, desde quando ele tinha 6. Mãe do atacante do Arsenal, Joelma Alves da Silva evitou sair de casa, por causa dos confrontos. “Nunca aconteceu como desta vez. As coisas eram mais escondidas no passado. Fico com medo das balas perdidas. Rezei muito e agradeci por não ter recebido visitas nesse período da invasão. Dá vergonha viver assim”, desabafou Joelma, que não quis mudar para a Barra da Tijuca, como sugeriu o filho.

Repercussão entre companheiros de clube

Eduardo pretende doar a camisa usada no sábado para a comunidade, quando vier ao Brasil, em maio. Aos colegas de clube, ele explicou o motivo do pedido de paz. “Qualquer coisa sobre violência no Rio tem tido muita repercussão na Europa, desde a escolha da cidade como sede dos Jogos Olímpicos. O problema é que todo mundo aqui acaba conhecendo o Rio só pelos seus problemas. Quando vão à cidade, me perguntam onde é perigoso, os caminhos que devem evitar e isso é triste”, disse ele.
fonte jornal o dia. Vamos orar por vila kennedy

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

PEGADAS NA AREIA

Uma noite eu tive um sonho:Sonhei que estava andando na praia com o Senhor, e através do céu, passavam cenas da minha vida. Para cada cena que se passava, percebi que eram deixados dois pares de pegadas na areia; Um era meu e o outro era do Senhor. Quando a última cena da minha vida passou diante de nós, olhei para trás, para as pegadas na areia, e notei que muitas vezes, no caminho da vida, havia apenas um par de pegadas na areia.Notei também que isto aconteceu nos momentos mais difíceis e angustiosos do meu viver. Isso aborreceu-me. Então perguntei ao Senhor:- Senhor, Tu me disseste que, uma vez que resolvesse Te seguir, Tu andarias sempre comigo, em todo o meu caminho, mas notei que durante as maiores tribulações do meu viver, havia apenas um par de pegadas na areia. Não compreendo porque nas horas em que mais necessitava de Ti, Tu me deixastes...O Senhor respondeu: - Meu precioso filho, eu te amo, e jamais te deixaria nas horas de tua prova e de teu sofrimento. Quando vistes na areia apenas um par de pegadas, foi exatamente aí, que eu te carreguei nos Braços. Jesus nosso melhor amigo

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Uma jornada de perdão”

“Porque se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens [as suas ofensas], tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas” Mateus 6.14-15.

Estamos finalizando a edição do vídeo que será nosso mais novo lançamento: “Uma jornada de perdão” e Deus tem trabalhado em meu coração de uma maneira muita especial nessa área, que eu diria ser a mais difícil de ser transformada no homem.

Devido a muitos incidentes, palavras mal colocadas, orgulho, ambições, desejos do coração, desejo de ser aplaudido, falta de empatia e muitas outras coisas feitas contra mim e por mim, eu criei em meu coração, durante um bom tempo, uma ferida que vinha me consumindo e destruindo o relacionamento que tinha com pessoas preciosas do ministério do qual faço parte fora da Missão.

Não quero justificar atitudes ou situações ou defender quem estava certo ou errado, o que interessa é que a falta de perdão estava minando os projetos de Deus para minha vida em relação a esse grupo e isso também acontecia com as outras pessoas que integram o ministério.

Mas os cristãos perseguidos me ensinaram que é possível perdoar e que se eu não fizesse isso, não receberia o perdão de Deus, já que uma mão cheia não pode receber nada. Assim como eles, temos que entregar nossas feridas a Deus, e por maiores que sejam, ele ainda assim nos ajudará.

Sei que muitos do que lerão esse texto foram feridos, magoados, decepcionados, frustrados, traídos e guardam dores inimagináveis. Muitos enfrentaram tudo isso dentro da igreja, onde menos esperariam ser tão feridos. Mas quero que entenda algo, não vou defendê-lo. Quero que você olhe para si e para Jesus e compreenda o que Ele quer tratar em você. Lembre-se que ele padeceu todas as suas dores e também foi traído e ferido pelas pessoas que ele amava.

Assim, o passo a ser dado é perdoar.

Há três semanas, nosso ministério se reuniu, confessamos nossos pecados uns aos outros, choramos, oramos, perdoamos. Foram momentos preciosos e que nunca me esquecerei. Assim como O Peregrino, de John Bunyan, um fardo pesado foi tirado de minhas costas.

Peça que Jesus o ajude a liberar perdão e viva a liberdade em Cristo que está reservada a você.

Faça isso enquanto há tempo, não vamos deixar as feridas cicatrizarem e deixarem marcas, nem vamos esperar morrer ou acontecer algo trágico para tomarmos a atitude do perdão, tanto no sentido de pedir perdão, quanto e, principalmente, no sentido de liberar perdão e receber de Deus, em Jesus, a liberdade e a paz provindas de um coração que perdoou e foi perdoado.

Homero Schwammlein