sábado, 3 de julho de 2010
quinta-feira, 24 de junho de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
O VERDADEIRO DEUS E SEU VERDADEIRO FILHO.
Uma das coisas que mais persegue aqueles que têm sede do verdadeiro Deus e de Sua Palavra são as falsas doutrinas.
O evangelho é algo muito simples. Deus enviou Seu Filho Jesus para que desse a vida no lugar daqueles que realmente deveriam perecer.
Não há nada por trás disso. É amor puro e simples! Deduzimos então que o evangelho é isso; amor puro e simples.
O que levou Jesus a vir a Terra e caminhar entre pecadores, morrendo sacrificiosamente numa cruz, senão o amor? O que levou Paulo a estar preso, passar humilhação e morrer decapitado? E Pedro, que liderou toda a cristandade em Jerusalém até Jesus, mesmo vivendo escondido e morrendo crucificado de cabeça para baixo?
Eles não tinham conforto, não tinham gordos salários fixos e também não tinham o apoio da sociedade da época!
Eram párias. Não mais pertenciam a este mundo com suas regras. Tudo por causa da sua missão; “Amai-vos uns aos outros assim como Eu vos amei”. (Jo. 13:34 e Jo. 15:12)
Mas os homens acham tudo isso insuficiente demais para se ‘achegar a Deus’. Criaram doutrinas inspiradas em suas maiores sandices e as apregoaram aos leigos e fiéis.
* Pregaram que o som das moedas tilintando no fundo dos cofres romanos traria almas martirizadas de volta do purgatório para o céu.
* Estabeleceram doutrinas tão complicadas de se seguir que o homem mal conseguia entendê-las, quiçá segui-las.
* Começaram a pregar em línguas eruditas, porque criam que o homem comum e simples era ‘impuro’ demais e sua língua natal ‘profana’ demais para ‘palavras tão santas’.
Algo completamente inacreditável segundo a ótica das palavras do próprio Jesus. Um Jesus que se assentava no meio das multidões, pois era povo como o povo.
Que pregava vida em abundância e amor com palavras simples ao entendimento da massa. Quando cria ser insuficiente, esse mesmo Jesus contava historias (parábolas) para ilustrar aquilo que pregava.
Jesus nunca pregou que doação em dinheiro salvaria a alguém, mas pregou que aqueles que queriam seguí-lo deveriam vender tudo que tinham, doar aos pobres e caminhar ao lado seu. (Mt 19;21 – Mc 10:21 – Lc. 19:45)
Paulo também teve problemas com alguém que fingia pregar da parte de Deus, mas queria apenas engambelar o povo com truques de mágica e palavras inteligíveis, pois tinha lucro financeiro e ganhava status com isso (At. 13: 6 ao 12). Jesus repreendia constantemente aos fariseus e saduceus que tentavam distorcer os ensinamentos tradicionais do judaísmo e confrontá-los com o evangelho.
Ainda hoje você encontrará em cada esquina alguém que pregue coisas de Jesus não disse e distorça palavras que Jesus não pregou. Como já dissemos; o evangelho é amor!
Desconfie sempre de conjecturas complicadas, de homens que se dizem os ‘novos messias’, de pessoas que acrescentam coisas ao evangelho que Jesus não pregou e mais ainda daqueles que desfazem completamente das palavras e ensinamentos de Jesus.
O evangelho é simples. Jesus é simples. Nada dito por qualquer homem, por mais erudito que pareça, pode refutar ou mesmo desmentir qualquer ensinamento de Jesus.
Leia atentamente estas palavras;
“Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu nos anuncie outro evangelho, além do que já vos foi anunciado; seja mentiroso!” (Gl. 1:8)
Não há realmente na terra quem leve o homem aos verdadeiro Deus senão Seu Filho Jesus.
“Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem, o qual deu a Si mesmo em resgate de todos”...(1ºTm. 2:5,6 a)
Se hoje ainda você for abordado por qualquer palavra seja em seu trabalho, na sua rua, por e-mail, orkut, blogs, tv, ou qualquer veículo ou mídia, lembre-se sempre que Deus se preocupa com você e deu a Jesus para morrer uma morte que era sua ou minha para que você e eu tenhamos a vida que é Dele!
CREIA EM JESUS!
Wendel Bernardes.
O evangelho é algo muito simples. Deus enviou Seu Filho Jesus para que desse a vida no lugar daqueles que realmente deveriam perecer.
Não há nada por trás disso. É amor puro e simples! Deduzimos então que o evangelho é isso; amor puro e simples.
O que levou Jesus a vir a Terra e caminhar entre pecadores, morrendo sacrificiosamente numa cruz, senão o amor? O que levou Paulo a estar preso, passar humilhação e morrer decapitado? E Pedro, que liderou toda a cristandade em Jerusalém até Jesus, mesmo vivendo escondido e morrendo crucificado de cabeça para baixo?
Eles não tinham conforto, não tinham gordos salários fixos e também não tinham o apoio da sociedade da época!
Eram párias. Não mais pertenciam a este mundo com suas regras. Tudo por causa da sua missão; “Amai-vos uns aos outros assim como Eu vos amei”. (Jo. 13:34 e Jo. 15:12)
Mas os homens acham tudo isso insuficiente demais para se ‘achegar a Deus’. Criaram doutrinas inspiradas em suas maiores sandices e as apregoaram aos leigos e fiéis.
* Pregaram que o som das moedas tilintando no fundo dos cofres romanos traria almas martirizadas de volta do purgatório para o céu.
* Estabeleceram doutrinas tão complicadas de se seguir que o homem mal conseguia entendê-las, quiçá segui-las.
* Começaram a pregar em línguas eruditas, porque criam que o homem comum e simples era ‘impuro’ demais e sua língua natal ‘profana’ demais para ‘palavras tão santas’.
Algo completamente inacreditável segundo a ótica das palavras do próprio Jesus. Um Jesus que se assentava no meio das multidões, pois era povo como o povo.
Que pregava vida em abundância e amor com palavras simples ao entendimento da massa. Quando cria ser insuficiente, esse mesmo Jesus contava historias (parábolas) para ilustrar aquilo que pregava.
Jesus nunca pregou que doação em dinheiro salvaria a alguém, mas pregou que aqueles que queriam seguí-lo deveriam vender tudo que tinham, doar aos pobres e caminhar ao lado seu. (Mt 19;21 – Mc 10:21 – Lc. 19:45)
Paulo também teve problemas com alguém que fingia pregar da parte de Deus, mas queria apenas engambelar o povo com truques de mágica e palavras inteligíveis, pois tinha lucro financeiro e ganhava status com isso (At. 13: 6 ao 12). Jesus repreendia constantemente aos fariseus e saduceus que tentavam distorcer os ensinamentos tradicionais do judaísmo e confrontá-los com o evangelho.
Ainda hoje você encontrará em cada esquina alguém que pregue coisas de Jesus não disse e distorça palavras que Jesus não pregou. Como já dissemos; o evangelho é amor!
Desconfie sempre de conjecturas complicadas, de homens que se dizem os ‘novos messias’, de pessoas que acrescentam coisas ao evangelho que Jesus não pregou e mais ainda daqueles que desfazem completamente das palavras e ensinamentos de Jesus.
O evangelho é simples. Jesus é simples. Nada dito por qualquer homem, por mais erudito que pareça, pode refutar ou mesmo desmentir qualquer ensinamento de Jesus.
Leia atentamente estas palavras;
“Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu nos anuncie outro evangelho, além do que já vos foi anunciado; seja mentiroso!” (Gl. 1:8)
Não há realmente na terra quem leve o homem aos verdadeiro Deus senão Seu Filho Jesus.
“Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem, o qual deu a Si mesmo em resgate de todos”...(1ºTm. 2:5,6 a)
Se hoje ainda você for abordado por qualquer palavra seja em seu trabalho, na sua rua, por e-mail, orkut, blogs, tv, ou qualquer veículo ou mídia, lembre-se sempre que Deus se preocupa com você e deu a Jesus para morrer uma morte que era sua ou minha para que você e eu tenhamos a vida que é Dele!
CREIA EM JESUS!
Wendel Bernardes.
sábado, 12 de junho de 2010
Náufrago
Um certo homem saiu em uma viagem de avião. Era um homem temente a Deus, e sabia que o Senhor o protegia.
Durante a viagem, quando sobrevoavam o mar, um dos motores falhou e o piloto teve de fazer um pouso forçado no oceano. Quase todos morreram, mas o homem conseguiu agarrar-se a alguma coisa que o conservasse em cima da água. Ficou boiando à deriva durante muito tempo até que chegou a uma ilha não habitada.
Ao chegar à praia, cansado, porém vivo, agradeceu ao Senhor por este livramento maravilhoso da morte. Ele conseguiu se alimentar de peixes e ervas. Conseguiu derrubar algumas árvores e com muito esforço construiu uma casinha para ele. Não era bem uma casa, mas um abrigo tosco, com paus e folhas. Porém significava proteção. Ele ficou todo satisfeito e mais uma vez agradeceu ao Senhor, porque agora podia dormir sem medo dos animais selvagens que talvez pudessem existir na ilha.
Um dia, ele estava pescando e quando terminou, havia apanhado muitos peixes. Assim, com comida abundante, estava satisfeito com o resultado da pesca. Porém, ao voltar-se na direção de sua casa, qual não foi sua decepção,ao ver sua casa toda incendiada.
Ele se sentou em uma pedra chorando e dizendo em prantos:
-Senhor! Como é que foi deixar acontecer isto comigo? O Senhor sabe que eu preciso muito desta casa e o Senhor deixou queimar todinha. O Senhor não tem compaixão de mim? Eu sempre faço minhas orações diárias.
E assim permaneceu o homem durante algumas horas, envolvido em sua revolta e dor.
Passado algum tempo, uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu uma voz dizendo:
-Que bom encontrá-lo... você está bem?
Ele se virou para ver quem estava falando com ele, e qual não foi sua surpresa quando viu em sua frente um marinheiro acompanhado de uma equipe: -Vamos rapaz, nós viemos te buscar...
-Mas como é possível? Como souberam que eu estava aqui?
-Ora, amigo! Vimos os seus sinais de fumaça pedindo socorro.
O capitão ordenou que o navio parasse e nos mandou vir lhe buscar naquele barco ali adiante. O grupo entrou no barco e o homem foi para o navio que o levaria em segurança de volta para os seus familiares tão queridos.
A propósito, como anda a sua fé?
Durante a viagem, quando sobrevoavam o mar, um dos motores falhou e o piloto teve de fazer um pouso forçado no oceano. Quase todos morreram, mas o homem conseguiu agarrar-se a alguma coisa que o conservasse em cima da água. Ficou boiando à deriva durante muito tempo até que chegou a uma ilha não habitada.
Ao chegar à praia, cansado, porém vivo, agradeceu ao Senhor por este livramento maravilhoso da morte. Ele conseguiu se alimentar de peixes e ervas. Conseguiu derrubar algumas árvores e com muito esforço construiu uma casinha para ele. Não era bem uma casa, mas um abrigo tosco, com paus e folhas. Porém significava proteção. Ele ficou todo satisfeito e mais uma vez agradeceu ao Senhor, porque agora podia dormir sem medo dos animais selvagens que talvez pudessem existir na ilha.
Um dia, ele estava pescando e quando terminou, havia apanhado muitos peixes. Assim, com comida abundante, estava satisfeito com o resultado da pesca. Porém, ao voltar-se na direção de sua casa, qual não foi sua decepção,ao ver sua casa toda incendiada.
Ele se sentou em uma pedra chorando e dizendo em prantos:
-Senhor! Como é que foi deixar acontecer isto comigo? O Senhor sabe que eu preciso muito desta casa e o Senhor deixou queimar todinha. O Senhor não tem compaixão de mim? Eu sempre faço minhas orações diárias.
E assim permaneceu o homem durante algumas horas, envolvido em sua revolta e dor.
Passado algum tempo, uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu uma voz dizendo:
-Que bom encontrá-lo... você está bem?
Ele se virou para ver quem estava falando com ele, e qual não foi sua surpresa quando viu em sua frente um marinheiro acompanhado de uma equipe: -Vamos rapaz, nós viemos te buscar...
-Mas como é possível? Como souberam que eu estava aqui?
-Ora, amigo! Vimos os seus sinais de fumaça pedindo socorro.
O capitão ordenou que o navio parasse e nos mandou vir lhe buscar naquele barco ali adiante. O grupo entrou no barco e o homem foi para o navio que o levaria em segurança de volta para os seus familiares tão queridos.
A propósito, como anda a sua fé?
sábado, 29 de maio de 2010
Você é livre?
Um dia, Deus em Sua grandeza e conhecimento, enviou Seu Filho Jesus ao mundo para que ele trouxesse um pouco de sabedoria e paz a uma Terra caótica.
Jesus caminhou durante trinta e três anos numa terra onde homens estavam importando-se apenas com seus interesses.
Os conquistadores romanos preocupavam-se em manter e alongar seu poder dominador sobre o mundo conhecido.
Os líderes hebreus, importavam-se em não arrumar problemas com Roma e tanto quanto possível, manter suas vidas com a autonomia de antes.
E o povo?
O homem simples e comum caminhava servo do sistema escravagista dos governantes hebreus e romanos.
A luz que Jesus trouxe ao mundo foi para que o homem, independente da raça, casta ou posição social fosse LIVRE!
Mas aquela liberdade não fora bem vinda segundo a ótica dos governantes romanos e dos sacerdotes judeus.
Calaram a Jesus com a morte!
Porém a semente que o jovem carpinteiro de Belém plantou nos corações dos homens já não poderia mais ser calada!
LIBERDADE!
Talvez lendo esse simples texto você esteja refletindo sobre a sua situação atual de vida. Quem sabe o sistema escravagista continua impondo-se a sua consciência. Mas Jesus continua querendo libertar você ainda hoje!
Sua vida pode ser livre agora mesmo, independente de quem você é ou mesmo de onde você está. Isto, se simplesmente você disser;
“Jesus,
Eu aceito a sua liberdade para servi-lO em meu coração
Quero ser livre do que me oprime,
Vem livra-me!”
E todas as cadeias serão quebradas em sua vida!
Creia!
Wendel Bernardes
Jesus caminhou durante trinta e três anos numa terra onde homens estavam importando-se apenas com seus interesses.
Os conquistadores romanos preocupavam-se em manter e alongar seu poder dominador sobre o mundo conhecido.
Os líderes hebreus, importavam-se em não arrumar problemas com Roma e tanto quanto possível, manter suas vidas com a autonomia de antes.
E o povo?
O homem simples e comum caminhava servo do sistema escravagista dos governantes hebreus e romanos.
A luz que Jesus trouxe ao mundo foi para que o homem, independente da raça, casta ou posição social fosse LIVRE!
Mas aquela liberdade não fora bem vinda segundo a ótica dos governantes romanos e dos sacerdotes judeus.
Calaram a Jesus com a morte!
Porém a semente que o jovem carpinteiro de Belém plantou nos corações dos homens já não poderia mais ser calada!
LIBERDADE!
Talvez lendo esse simples texto você esteja refletindo sobre a sua situação atual de vida. Quem sabe o sistema escravagista continua impondo-se a sua consciência. Mas Jesus continua querendo libertar você ainda hoje!
Sua vida pode ser livre agora mesmo, independente de quem você é ou mesmo de onde você está. Isto, se simplesmente você disser;
“Jesus,
Eu aceito a sua liberdade para servi-lO em meu coração
Quero ser livre do que me oprime,
Vem livra-me!”
E todas as cadeias serão quebradas em sua vida!
Creia!
Wendel Bernardes
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Raiz de Amargura
“Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor, atentando diligentemente por que ninguém seja faltoso, separando-se da graça de Deus; nem haja alguma raiz de amargura que, brotando, vos perturbe e, por meio dela, muitos sejam contaminados” (Hb 12.14,15).
A maldição da amargura
A palavra amargura vem do grego pikria, que significa acerbidade, ira, aspereza, descontentamento e irascibilidade. Amargura é resultado de frustração não resolvida causada por ira ou inveja. A palavra chave é frustração.
Amargura não só destrói seu testemunho, mas também contamina outros! A palavra contaminar vem do grego miaino, que significa manchar ou macular, contaminar cerimonial ou moralmente. Torna a pessoa incapaz de manter comunhão com o Senhor, de adorar e servi-lo.
Uma amargura começa como “raiz”. No início, é uma minúscula raiz, muito difícil de ser detectada. Não é grande nem fica na superfície onde possa ser facilmente identificada. Pelo contrário, como um câncer, realiza seu trabalho insidioso lá nas profundezas ocultas, na medula de seu organismo espiritual. Somente depois de espalhar suas metástases é que os sintomas aparecerão em palavras, pensamentos e ações amargas.
A amargura está tomando conta das famílias, da sociedade e das igrejas. As crianças são amarguradas com seus pais. Os pais têm amargura com os filhos. Os divorciados têm amargura com os ex-cônjuges. Os filhos de casais separados estão amargurados porque os pais se divorciaram. Os irmãos têm amargura uns com os outros por rivalidades em questões de afeto ou preferência dos pais e de heranças. Muitas famílias, antes unidas em amor, já foram destruídas pela amargura que brotou depois da leitura de um testamento.
Há amargura no trabalho. Empregados têm ressentimento uns com os outros e com os superiores. Há inveja entre a classe dos empregados e a classe dos empresários.
Há amargura na igreja. Os membros têm amargura com o pastor. E, lastimavelmente, muitos pastores estão amargurados com suas ovelhas. Amargura entre cristãos por causa de palavras, ações ou atitudes que ferem estão matando e dividindo igrejas.
Pior de tudo, alguns estão amargurados com Deus, com sua Palavra e sua Igreja. A amargura sempre acaba manifestando-se. Todo câncer, mais cedo ou mais tarde, virá à tona.
O curso da amargura
Você está sofrendo de uma raiz de amargura? Examine-se para ver se possui alguns ou todos os sintomas, os oito Sinais de Amargura.
Sinais de Amargura
Quando a pessoa que o ofendeu entra na mesma sala onde você está, como você reage?
1) Sente-se inundado por sentimentos negativos, fazendo com que seja obrigado a fingir que está feliz em vê-la?
2) Vira-se intencionalmente para ignorar e evitá-la?
3) A mera menção do nome dela deixa um “gosto amargo” em sua boca?
4) Ressente qualquer notícia de sucesso, qualquer relatório positivo a respeito dela?
5) Deseja secretamente que sofra fracasso ou infortúnio – ou algo pior?
6) Lembra-se constantemente dela?
7) Imagina diálogos com ela em que consegue humilhá-la, colocá-la em seu merecido lugar de derrota?
8) Tem a tendência de conversar com outras pessoas a respeito das falhas ou erros da pessoa que o ofendeu?
Se tiver qualquer um desses sintomas, você tem – no mínimo – uma raiz de amargura!
Alguém falou ou fez algo que o ofendeu? E, depois, você deixou de lidar com essa situação de acordo com as instruções das Escrituras (Mt 18.15-19)? A amargura começou a criar uma raiz em seu interior? Alguém recebeu (por mérito ou não) algo que você desejava ou achava que merecia? Alguém (um irmão ou uma irmã) está recebendo atenção ou afeto que você sente que merece mas não recebe?
Você permitiu que uma semente amarga germinasse em seu coração e espírito? Está afetando você fisicamente, causando sintomas como pressão alta, insônia, indigestão? (Observação: é claro que nem toda hipertensão é causada por amargura, mas está por trás de uma parcela muito maior de ocorrências do que imaginamos!) Sua família está sofrendo por causa de sua amargura? Outros estão se contaminando por sua causa? Seus filhos já foram infectados? Será que a amargura e rebeldia deles originaram-se de sua amargura? É verdade que você ceifará o que semeou!
Pastores amargurados geram ovelhas amargas. Cônjuges amargurados produzem casamentos amargos. Pais amargurados criam filhos amargos. Filhos amargos destroem e contaminam famílias. Será que você não contaminou outros, involuntariamente, com essa insidiosa doença espiritual? Não se engane: quando a amargura cria raízes, muitos são contaminados! Corações, lares e igrejas já foram destruídos por ela. Precisamos de uma cura! Podemos encontrá-la na Palavra.
A cura da amargura
1. Examine a si mesmo
“Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno” (Sl 139.23,24).
Nas palavras de um grande pregador: “Não há dúvida alguma! Se há amargura, o problema está em você”. Ou você errou em palavra, pensamento ou ação – ou errou em sua reação à pessoa que o ofendeu.
Você já pediu a Deus para sondá-lo e purificá-lo do pecado de amargura? Eu lutei com amargura em relação a algumas pessoas na minha igreja. Cinco famílias deixaram nossa comunhão em 1983. Fiquei muito amargurado com elas. Essa raiz de amargura foi crescendo dentro de mim. Havia vários Sinais de Amargura em minha vida. Em 1985, meu apêndice rompeu e tive peritonite – infecção generalizada no abdômen. Os médicos removeram o veneno do meu corpo, e o Senhor usou a experiência para remover o veneno do meu espírito. Se julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados.
2. Confesse
“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 Jo 1.9).
Se o médico lhe dissesse que uma verruga de aparência benigna em seu braço era, de fato, um melanoma – a forma mais maligna de câncer de pele –, capaz de espalhar-se para seu fígado, pulmões ou cérebro, você diria: “Ah, deixe ficar e crescer mais um pouco”? Ou você pediria que a removesse imediatamente? E por que você permitiria que uma pequena raiz de amargura permanecesse em seu espírito?
“Porque se nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados” (1 Co 11.31).
3. Confronte
“Se teu irmão pecar contra ti, vai argui-lo entre ti e ele só. Se ele te ouvir, ganhaste a teu irmão” (Mt 18.15).
Depois de examinar a SI MESMO e depois de confessar SEU pecado, então – e somente então – é que você pode confrontar com compaixão, no espírito de Cristo, aquele ou aqueles que o ofenderam. Converse com ele (ou eles) em particular.
Muitos cristãos nunca perceberam que ofenderam alguém com palavras ou ações. Você já feriu alguém sem perceber o que fez? Eu já. Portanto, converse com quem o ofendeu, dando-lhe esse desconto, acreditando que podem nem ter percebido o que fizeram. É assim que Jesus agiria, e é isso que ele espera de nós!
4. Fique em paz
“Se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens” (Rm 12.18).
Observe que Mateus 18.15 diz: “Se ele te ouvir...” Algumas pessoas não se arrependem. Se não agiram corretamente, e você fez tudo o que deveria ter feito, então você pode ficar em paz. Não há mais nada que possa fazer. Não se aflija. Agora, é problema do ofensor.
5. Seja semelhante a Jesus
“Antes sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus em Cristo vos perdoou” (Ef 4.32).
Perdoe – a fim de ser perdoado. Perdoe como Cristo perdoaria. Ame como Cristo amaria. Ande como Jesus. Converse como Jesus.
Jesus abrigaria uma raiz de amargura em sua vida? E por que você o faria? Você é cristão? Que Deus purifique toda raiz de amargura de nossa vida!
Terry Hagedorn é pastor da “Calvary Baptist Church” no estado de West Virginia, nos EUA. Este artigo foi traduzido do site da igreja: http://mountainmanna.com.
por Terry K. Hagedorn
A maldição da amargura
A palavra amargura vem do grego pikria, que significa acerbidade, ira, aspereza, descontentamento e irascibilidade. Amargura é resultado de frustração não resolvida causada por ira ou inveja. A palavra chave é frustração.
Amargura não só destrói seu testemunho, mas também contamina outros! A palavra contaminar vem do grego miaino, que significa manchar ou macular, contaminar cerimonial ou moralmente. Torna a pessoa incapaz de manter comunhão com o Senhor, de adorar e servi-lo.
Uma amargura começa como “raiz”. No início, é uma minúscula raiz, muito difícil de ser detectada. Não é grande nem fica na superfície onde possa ser facilmente identificada. Pelo contrário, como um câncer, realiza seu trabalho insidioso lá nas profundezas ocultas, na medula de seu organismo espiritual. Somente depois de espalhar suas metástases é que os sintomas aparecerão em palavras, pensamentos e ações amargas.
A amargura está tomando conta das famílias, da sociedade e das igrejas. As crianças são amarguradas com seus pais. Os pais têm amargura com os filhos. Os divorciados têm amargura com os ex-cônjuges. Os filhos de casais separados estão amargurados porque os pais se divorciaram. Os irmãos têm amargura uns com os outros por rivalidades em questões de afeto ou preferência dos pais e de heranças. Muitas famílias, antes unidas em amor, já foram destruídas pela amargura que brotou depois da leitura de um testamento.
Há amargura no trabalho. Empregados têm ressentimento uns com os outros e com os superiores. Há inveja entre a classe dos empregados e a classe dos empresários.
Há amargura na igreja. Os membros têm amargura com o pastor. E, lastimavelmente, muitos pastores estão amargurados com suas ovelhas. Amargura entre cristãos por causa de palavras, ações ou atitudes que ferem estão matando e dividindo igrejas.
Pior de tudo, alguns estão amargurados com Deus, com sua Palavra e sua Igreja. A amargura sempre acaba manifestando-se. Todo câncer, mais cedo ou mais tarde, virá à tona.
O curso da amargura
Você está sofrendo de uma raiz de amargura? Examine-se para ver se possui alguns ou todos os sintomas, os oito Sinais de Amargura.
Sinais de Amargura
Quando a pessoa que o ofendeu entra na mesma sala onde você está, como você reage?
1) Sente-se inundado por sentimentos negativos, fazendo com que seja obrigado a fingir que está feliz em vê-la?
2) Vira-se intencionalmente para ignorar e evitá-la?
3) A mera menção do nome dela deixa um “gosto amargo” em sua boca?
4) Ressente qualquer notícia de sucesso, qualquer relatório positivo a respeito dela?
5) Deseja secretamente que sofra fracasso ou infortúnio – ou algo pior?
6) Lembra-se constantemente dela?
7) Imagina diálogos com ela em que consegue humilhá-la, colocá-la em seu merecido lugar de derrota?
8) Tem a tendência de conversar com outras pessoas a respeito das falhas ou erros da pessoa que o ofendeu?
Se tiver qualquer um desses sintomas, você tem – no mínimo – uma raiz de amargura!
Alguém falou ou fez algo que o ofendeu? E, depois, você deixou de lidar com essa situação de acordo com as instruções das Escrituras (Mt 18.15-19)? A amargura começou a criar uma raiz em seu interior? Alguém recebeu (por mérito ou não) algo que você desejava ou achava que merecia? Alguém (um irmão ou uma irmã) está recebendo atenção ou afeto que você sente que merece mas não recebe?
Você permitiu que uma semente amarga germinasse em seu coração e espírito? Está afetando você fisicamente, causando sintomas como pressão alta, insônia, indigestão? (Observação: é claro que nem toda hipertensão é causada por amargura, mas está por trás de uma parcela muito maior de ocorrências do que imaginamos!) Sua família está sofrendo por causa de sua amargura? Outros estão se contaminando por sua causa? Seus filhos já foram infectados? Será que a amargura e rebeldia deles originaram-se de sua amargura? É verdade que você ceifará o que semeou!
Pastores amargurados geram ovelhas amargas. Cônjuges amargurados produzem casamentos amargos. Pais amargurados criam filhos amargos. Filhos amargos destroem e contaminam famílias. Será que você não contaminou outros, involuntariamente, com essa insidiosa doença espiritual? Não se engane: quando a amargura cria raízes, muitos são contaminados! Corações, lares e igrejas já foram destruídos por ela. Precisamos de uma cura! Podemos encontrá-la na Palavra.
A cura da amargura
1. Examine a si mesmo
“Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno” (Sl 139.23,24).
Nas palavras de um grande pregador: “Não há dúvida alguma! Se há amargura, o problema está em você”. Ou você errou em palavra, pensamento ou ação – ou errou em sua reação à pessoa que o ofendeu.
Você já pediu a Deus para sondá-lo e purificá-lo do pecado de amargura? Eu lutei com amargura em relação a algumas pessoas na minha igreja. Cinco famílias deixaram nossa comunhão em 1983. Fiquei muito amargurado com elas. Essa raiz de amargura foi crescendo dentro de mim. Havia vários Sinais de Amargura em minha vida. Em 1985, meu apêndice rompeu e tive peritonite – infecção generalizada no abdômen. Os médicos removeram o veneno do meu corpo, e o Senhor usou a experiência para remover o veneno do meu espírito. Se julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados.
2. Confesse
“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 Jo 1.9).
Se o médico lhe dissesse que uma verruga de aparência benigna em seu braço era, de fato, um melanoma – a forma mais maligna de câncer de pele –, capaz de espalhar-se para seu fígado, pulmões ou cérebro, você diria: “Ah, deixe ficar e crescer mais um pouco”? Ou você pediria que a removesse imediatamente? E por que você permitiria que uma pequena raiz de amargura permanecesse em seu espírito?
“Porque se nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados” (1 Co 11.31).
3. Confronte
“Se teu irmão pecar contra ti, vai argui-lo entre ti e ele só. Se ele te ouvir, ganhaste a teu irmão” (Mt 18.15).
Depois de examinar a SI MESMO e depois de confessar SEU pecado, então – e somente então – é que você pode confrontar com compaixão, no espírito de Cristo, aquele ou aqueles que o ofenderam. Converse com ele (ou eles) em particular.
Muitos cristãos nunca perceberam que ofenderam alguém com palavras ou ações. Você já feriu alguém sem perceber o que fez? Eu já. Portanto, converse com quem o ofendeu, dando-lhe esse desconto, acreditando que podem nem ter percebido o que fizeram. É assim que Jesus agiria, e é isso que ele espera de nós!
4. Fique em paz
“Se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens” (Rm 12.18).
Observe que Mateus 18.15 diz: “Se ele te ouvir...” Algumas pessoas não se arrependem. Se não agiram corretamente, e você fez tudo o que deveria ter feito, então você pode ficar em paz. Não há mais nada que possa fazer. Não se aflija. Agora, é problema do ofensor.
5. Seja semelhante a Jesus
“Antes sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus em Cristo vos perdoou” (Ef 4.32).
Perdoe – a fim de ser perdoado. Perdoe como Cristo perdoaria. Ame como Cristo amaria. Ande como Jesus. Converse como Jesus.
Jesus abrigaria uma raiz de amargura em sua vida? E por que você o faria? Você é cristão? Que Deus purifique toda raiz de amargura de nossa vida!
Terry Hagedorn é pastor da “Calvary Baptist Church” no estado de West Virginia, nos EUA. Este artigo foi traduzido do site da igreja: http://mountainmanna.com.
por Terry K. Hagedorn
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Palavra ministrada pelo Pr Marcelo
Palavra ministrada pelo Pr Marcelo, da Comunidade Evangélica Ministério Somos Um, no Culto de Domingo, 11/04/2010
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